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Chapecó - SC, Boa tarde - segunda, 06 de setembro de 2010 - Horas:15:10:07

DIAGNÓSTICO: Realidade do trabalhador das agroindústrias

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Chapecó - Conhecer a real situação dos trabalhadores da categoria para orientar as decisões a serem tomadas. Esta é a primeira missão da assistente social Cristiane Mezzalira, recém contratada pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Carnes e Derivados de Chapecó - Sitracarnes. A contração da profissional “é mais um excepcional benefícios disponibilizado aos trabalhadores”, explica o presidente do sindicato Vadecir Stobe.

A assistente social “tem importante papel a cumprir” observa o dirigente, ao destacar que a realidade do setor será mostrada através do diagnóstico a ser efetuado. De posse dos dados, o sindicato terá condições de desenvolver projetos “para melhorar a vida dos profissionais representados”, argumenta. Com isso, o Sitracarnes procura oferecer as condições “mais próximas possíveis” das necessárias dos trabalhadores

O diagnóstico vai envolver os espaços dos trabalhadores nas empresas, suas residências e a família. A assistente social identificará problemas, dificuldades, condições de moradia (o déficit habitacional é elevado), saúde e carências nas diversas áreas. Duas das grandes preocupações estão relacionadas ao desentendimento familiar, consumo de álcool e drogas, que constarão das abordagens.

O objetivo é levantar as origens dos conflitos para encaminhar solução aos casos “que comprometem a relação familiar e até a produção”, argumenta Stobe. O projeto do Sitracarnes vai mostrar a realidade dos trabalhadores, “para melhorar o desempenho e a vida dos profissionais representados”, justifica.

Incentivo ao trabalho - O diagnóstico também abordará a forte carência de mão-de-obra nas agroindústrias. Em Chapecó cerca de cinco mil famílias recebem o auxílio Bolsa Família, rendimento máximo de R$ 160,00 por mês. Stobe entende que estas pessoas ociosas poderiam ocupar as vagas de trabalho disponíveis “recebendo um salário digno no final do mês”. Admite que o salário normativo da categoria não é o ideal, “mas é muito superior ao valor do Bolsa Família”.


Fonte:Assessoria de Imprensa Sitracarnes

 

 

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