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Chapecó - SC, Boa madrugada - quinta, 09 de setembro de 2010 - Horas:05:20:54

Cinema: Marlon Vargas

Igual, mas diferente!

A maioria das criticas que li a respeito do filme Robin Hood, de Ridley Scott começavam dizendo que o personagem não existiu de fato. Na minha opinião, nada mais equivocado. Como já havia dito quando falei sobre o filme Alice de Tim Burton, o cinema tem o poder de fazer alguns personagens ou histórias saírem do mundo “mitológico” ou fantasioso, para um mundo quase real.
 

Veio para ficar?

Uma velha discussão se acalora toda a vez que surge uma nova tecnologia. “Será que veio para ficar?”. No cinema, essa discussão já foi travada quase uma dezena de vezes (esse número é chute meu). Ela começou com o próprio cinema.

Viagem sem combustível

Em outras ocasiões em que fiz comentários sobre os filmes de Tim Burton, o qualifiquei como um esteta. Queria dizer com isso que ele tem uma preocupação muito grande com a concepção visual e com a direção de arte. Foi principalmente o filme “A lenda do Cavaleiro sem Cabeça” que me deu essa impressão. Naquele filme, a sensação que tive era que Burton cuidou minuciosamente de cada detalhe de cena. Dava a impressão que até uma folhinha aparentemente jogada ao chão havia sido milimétricamente posicionada pelo diretor. Mas com certeza isso é uma preocupação constante em todos os filmes do diretor.

Será que Tony Scott perdeu o trem?

Seguidamente, não sei se por vaidade ou para me inspirar nos tempos que em que escrevia esta coluna com muito mais frescor – explico: depois de cinco anos a escrevendo, percebi que não vou mesmo me transformar num grande crítico de cinema –, releio meus antigos comentários sobre filmes, diretores e outras questões ligadas ao cinema. Percebo que alguns temas e opiniões são recorrentes, outras completamente contraditórias.

Alma atormentada!

Quando assisti ao filme “O Código da Vinci”, achei que não tinha gostado muito porque não havia lido o livro. Agora tenho a sensação inversa com o filme “Anjos e Demônios”. Antes de ver o filme, li o livro e acho que não gostei do filme, justamente por ter lido o livro. Vai entender esta alma atormentada!
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